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Silent Hill Downpour

O principal tiro do pacotão da Konami é “Silent Hill Downpour”, um dos maiores lançamentos da Konami no ano. O game foi desenvolvido pelo estúdio Vatra, da República Tcheca, e narra a história de Murphy Pendleton, um fugitivo que vai até a cidade envolta em neblina logo após um acidente com o veículo que o transportava. A partir daí o jogador deve explorar uma região nova da cidade e escapar de monstruosidades e perigos que o cercam.

O grande destaque de “Downpour” é a água, como o título sugere, pois a transição para o mundo alternativo se dá exatamente nos momentos em que a água se faz mais presente como parte dos cenários e da ação, principalmente durante momentos de chuvas torrenciais. A intenção da produtora com Downpour é retornar àquele clima de terror psicológico. Para isso, há elementos bem clássicos, como a limitação de armas que podem ser portadas com o personagem, além do fato das armas manuais poderem se quebrar após um tempo de uso, assim como ocorria em Origins. Durante esses momentos, o jogador só poderá fugir, pois o inventário de armas não existe mais - bem parecido com o que ocorria em Shattered Memories.

O game terá a linearidade que tornou a série famosa na geração 128-bit, mas os combates não foram deixados em segundo plano, como em Shattered Memories, e tão pouco supervalorizados, como em Homecoming. É claro que o game entrou na onda atual, permitindo que o jogador desenvolva algumas escolhas nos diálogos e ações. E, conhecendo a franquia como conhecemos, é certo afirmar que o final vai depender muito do que o jogador fizer (ou não) durante a aventura.

Outra mudança perceptível é a trilha sonora, que ficou a cargo de Daniel Licht, substituindo o mítico Akira Yamaoka. Licht é o responsável pelas trilhas do seriado de TV Dexter e a música tema foi criada pela banda de new metal Korn.